O PRUDENTE E O TOLO

 

 

O PRUDENTE E O TOLO

Chegou o momento de construir a casa dos meus sonhos. Quero fazer no estilo moderno, acabamento de primeira, para que todos os transeuntes possam ficar admirados. Creio que vai ser o principal cartão postal da cidade, afirmou o construtor, que apenas pensava na aparência da construção e não no seu fundamento. Desconversava quando era abordado sobre a importância do fundamento da construção.

No mês seguinte, “desceu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e a casa caiu. Ele foi considerado o tolo, que não teve nenhum interesse pelo o essencial, a base, o fundamento da construção. O prudente,  construiu  sua casa, porém, de acordo com a planta. A tempestade, também veio sobre ela, mas  se manteve intacta, de acordo com os ensinos de Jesus: (MT 7. 24-27e Lc 6. 47-49)

O principal objetivo era mostrar a diferença entre o tolo e o sábio  em relação aos ensinos de Cristo. O que ouve e não pratica, é o tipo - “consumidor de sermões”, que muitas vezes sai da reunião e diz: Que palavra! Que palavra! Ouve, mas se esquece. Se alimenta emocionalmente pelo discurso, mas não aplica o coração à verdade. Gosta do corpo do Evangelho, mas não da sua alma. Gosta da poesia, mas rejeita o poeta. Ama a profecia, mas não tem comunhão com o profeta. Jesus disse: Aquele que ouve as minhas palavras, mas não as cumpre, será comparado ao homem insensato.  Todo aquele que ouve as minhas palavras e as pratica, é o prudente, é o sábio.

O construtor prudente discerne bem, por isso descobre que ouvir é necessário, mas, sabe que instruções não praticadas se tornam inoperantes. Tem em mente que:

-       ...Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. (MT 4. 4) Associa: ...Não amemos de palavras, nem de língua, mas por obra e em verdade. (1 Jo 3. 18)

F. Meirinho

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