Blog do Pr. Meirinho

COMUNIDADE CRISTÃ ALTERNATIVA


04/11/2014


 
 

SALVAÇÃO Está Santificado

Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões  que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos  vós mesmos em todo o vosso procedimento. (1 Pedro 1. 14, 15)

Embora a palavra santo tenha saído um pouco de moda, entretanto é preciso saber que ela encontra ressonância em todo o evangelho, seja na forma direta ou indireta, como também naquilo que define uma pessoa na sua experiência de comunhão com Deus e sua dedicação às coisas a Ele pertinente.

 A santificação está inserida no contexto da salvação, porque ela representa um processo a ser seguido, como resultado  da conversão a Cristo.

1.    O QUE NÀO É SANTIFICAÇÃO

a)    A eliminação das pulsões naturais da vida.

b)   A prática do legalismo religioso, que consiste nas observações de inúmera regras.

c)    Formas de ascetismo ou prática de sacrifícios pessoais, por meio dos quais, alguns acham que reduzem às tentações carnais, e/ou se tornam com direito de auto-redenção.

2.    COMO A SANFIFICAÇÃO É OPERADA

a)    Pelos méritos de Cristo com base em seu sacrifício perfeito, onde o sangue de Cristo aparece como elemento de purificação e de santificação.

-       O povo é santificado pelo Seu sangue: “Por isso que também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue...(Hb 13. 12)

b)   Pelo Espírito Santo

-       Santificados pela ação do Espírito: “...Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade. (2 Ts 2. 13)

-       Santificado pelo Espírito com propósito:  “... eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito para a obediência...(1 Pe 1. 1, 2)

c)    Pela ação da Palavra.

-       Santificados na verdade: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”. (Jo 17. 17)

-       Amando e santificando pela Palavra. “...amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo a purificado por meio da lavagem de água pela palavra. (Ef 5. 25, 26)

3.    SANTIFICAÇÃO É:

a)    Estar separado do mal, inserido na esfera do bem, para que a pessoa seja um instrumento de bênção no mundo.

b)   Separar-se para uma vida de dedicação a tudo que concerne aos propósitos, vontade e desígnios de Deus, em relação:

-       A Ele próprio, como Deus soberano.

-       À igreja que é o corpo de Cristo, formado por seres humanos, do qual fazemos parte.

-       E à dedicação geral, visando o triunfo do bem.

Santificação que não visa uma vida de estabilidade espiritual e uma profunda sintonia com o pensamento de Deus, a respeito de tudo aquilo que é possível  à parceria humana, é outra coisa, menos santificação, que originalmente quer dizer: separar para dedicar, começando com o “EU”, o grande sujeito e, depois com tudo aquilo relacionado – ao objeto circundante - seja tempo, dinheiro, talento, inteligência, etc.

A santificação é um processo.

Está santificado é um estado em que os filhos de Deus se sentem honrosos em participar do grande projeto do Pai.

Francisco Meirinho 

 

 

Escrito por Francisco Meirinho às 15h32
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SALVAÇÃO- Está Justificado

 

“...sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus...(Romanos 3. 21- 26)

 Antes de Jesus morrer na cruz, suspirou aliviado – está consumado. A primeira parte da redenção estava concluída. O que dependia dele, que era se entregar como sacrifício perfeito tinha sido feito – ele morreu pelos nossos pecados. Até  à morte dependia exclusivamente do homem chamado Jesus. Mas, para que a conquista completa fosse concretizada era necessária a sua ressurreição, o que aconteceu por intervenção de Deus ao terceiro dia após sua morte.

 O QUE SIGNIFICA SER JUSTIFICADO?

a)    Quitar a dívida, ser declarado justo. Como tentou explicar o Teólogo Myer Pearman: “O réu está perante Deus, o justo juiz; mas, ao invés de receber sentença condenatória, ele recebe a sentença de quitação”.

b)   Pela fé em Cristo, o redimido não deve nada a divindade, portanto está livre do pecado e de toda espécie de maldição.

c)    Como escreveu Christmas Evans: “A justificação outorga ao crente o direito e a garantia da glória futura, a respeito da qual as Escrituras nos fornecem a promessa”

BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO 

a)    Os principais benefícios da justificação:

·      A conquista da paz;

·      O acesso à graça divina;

·      E a esperança da glória. “Justificados mediante a fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça, na qual estamos firmes; e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus”. (Rm 5. 1-2)

b)   Há dois elementos fundamentais para que  fosse disponibilizado o direito à justificação:

·      O que Cristo fez por nós;

·      E o que fazemos em relação à fé que temos. Fé em Cristo é igual concordar e aceitar tudo o que ele conquistou por nós na cruz.

·      Beneficie-se de tudo, usando apenas a fé. “Justificados mediante a fé”.

3.    A JUSTIFICAÇÃO APONTA PARA A BONDADE E OS FEITOS DE DEUS, E NÃO PARA O FEITOS HUMANOS

a)    O homem não é justificado pelos seus feitos: “...sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim, mediante a fé em Cristo Jesus...(Gl 2. 16)

b)   Os cristão precisam dar mais valor ao que Cristo já fez, e deixar de querer colocar à mão do ego, como se o que Ele fez ainda não satisfaz as exigências de Deus e as expectativas humanas, quanto ao perdão completo e plena justificação.

c)    Cada vez que inventamos coisas extras como garantia da justificação, tentamos desfazer, tanto a bondade, quanto o poder de Deus em relação seus atos misericordiosos.

d)   O que Cristo realizou foi – completo, abrangente, sem distinção e perfeito. Tão somente, creiamos!Está justificado é a melhor posição que a pessoa pode se encontrar.

Francisco Meirinho

 

Escrito por Francisco Meirinho às 15h30
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SALVAÇÃO

Está Regenerado

Religião que não tem uma proposta concreta de regeneração humana, oferecida pelo Evangelho de Cristo é apenas mais uma religião, porém despida de seu significado original, que significa – religare, ou ligar o homem a Deus, visando sua regeneração para que os altos propósitos de Deus sejam viabilizados. Portanto, o processo de salvação não visa apenas preparar o homem para o futuro, no estágio da plena espiritualidade, mas sim, prepará-lo para o aqui e agora.

Um homem regenerado se torna uma pessoa sábia, educada, com bom inter-relacionamento pessoal, sem se tornar manipulado, ou extremamente tolerante.

Um homem regenerado é alguém “antenado” a tudo; pronto para mudar e ser mudado,  corrigir e ser corrigido sem perder a referência crística.  Acima de tudo, esse homem se torna um amante do bem, um agente da justiça e que sabe separar, à semelhança de Deus, o pecador do seu pecado. Deus odeia o pecado, que é – o erro do alvo, mas apesar disso – ama o pecador.

Um homem regenerado é minimamente honesto, portanto, foge de todo engano e manipulação. Sabe o que representa para o outro - um grama, um centavo e um centímetro.

A regeneração é necessária para dar sentido à vida, e uma forma mais inteligente para que a humanidade viva em paz e em segurança, pela assimilação da responsabilidade espiritual, pessoal e social, onde cada qual procura aproximar-se do que é justo, fazendo sua parte no sentido de viver intensamente na direção da compreensão efetiva de seus deveres e direitos.

Pessoalmente não avalio uma pessoa pela religião que possui, nem pela quantidade de versículos bíblicos que cita, nem tampouco pela sua aparência de espiritualidade, oração, piedade, etc., mas pelo seu nível de regeneração absorvida, embora o evangelho proponha regeneração plena.

Quem não possui a plena regeneração em Cristo, que é o ideal, mas já merece louvor se o fizer em parte, seguindo alguns de seus exemplos.

Na proposta de regeneração plena do Evangelho de Cristo temos:

1.    A NECESSIDADE DO NOVO NASCIMENTO

a)    Através do qual a pessoa é nascida de Deus (1 Jo 5.1).

b)   Através do qual a pessoa é nascida do Espírito (Jo 3. 8).

 

2.    A NECESSIDADE DE PURIFICAÇÃO

a)    Segundo Paulo fomos salvos mediante o lavar regenerador (Tt 3. 5).

b)   Que simbolicamente se apresenta no ato do batismo: “E agora, porque te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele” (At 22. 16).

 

3.    A NECESSIDADE DE VIVIFIAÇÃO E NOVA CRIAÇÃO

a)    Através deste processo surge o novo homem (Cl 3. 10).

b)   Surge a transformação pela mente renovada (Rm 12. 1-2).

c)    Aparece a renovação mais profunda de vida e de caráter – a renovação no “espírito do entendimento”. (Ef 4. 23)

 

4.    A NECESSIDADE DE PLENA RESSURREIÇÃO EM VIDA

a)    Isso se dá pela morte voluntária do ego, na fé de uma ressurreição para uma vida regenerada (Rm 6. 4-5).

b)   Para que haja o transporte para o Reino de Deus (Cl 2. 13).

c)    Afim de podermos assentar nos lugares celestiais em Cristo, onde é possível receber o nutriente necessário para poder, tanto cultivar, quanto manter as virtudes de uma pessoa realmente regenerada (Ef 2. 5-6)

Cristianismo sem regeneração pessoal, ou é uma grande tragédia, ou uma hipocrisia religiosa. Sem regeneração não há salvação, (o inverso também é verdadeiro) e muito menos vida abundante, tão enfaticamente pregado por Jesus de Nazaré, que se tornou Salvador e Senhor para todo o sempre.

Está regenerado, eis uma grande posição.

Francisco Meirinho

 

 

 

Escrito por Francisco Meirinho às 15h24
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19/06/2013


 
 

LUTANDO PELA FÉ - I

 

 

Na ministração de hoje estaremos falando a respeito da importância da fé; como ela é combatida e a função que exerce sobre a nossa vida. Queremos por em destaque o seguinte texto para embasar este comentário: 

"Amados, quando empregava toda diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd. 3).

 QUEBRA GELO

 Como está a sua fé?

Tem sido atacada?

Qual tem sido sua postura em relação á fé?

Ressaltando sobre o valor de fé, Rosalee Appleby e Stela Dubois, escreveram:

 “Sim, a fé!

É a graça sobrenatural que põe o homem em contato com o seu criador!

É a “receptividade da alma”que abre caminho aos planos celestes!

É a entrada refulgente por onde o coração caminha do visível ao invisível

É a convicção íntima que esclarece tudo conforme a vontade divina!

É a resolução firme que coloca Deus no centro da vida”.

 QUANDO A FÉ ENTROU EM NÓS

O grande momento da nossa vida, foi quando paramos para ouvir a Palavra de Deus. A fé entrou na nossa vida e nos levou a uma nova dimensão de Deus (Romanos 10.17). Quando a fé veio para nós através da Palavra, descobrimos a Jesus Cristo o salvador e a nossa vida foi mudada.

 PELA FÉ:

Somos guardados: “...que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último dia” (1 Pe 1.5). O poder de Deus é liberado para nos guardar através da ação da fé.

Vencemos o mundo: “...porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 Jo 5. 4). Concluímos que nascemos de Deus pela fé e esta mesma fé nos faz vencedor.

Continua-  II

 

 

 


 

 

 

 

Escrito por Francisco Meirinho às 13h38
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20/10/2012


 
 

A NECESSIDADE DE UM SALVADOR

O homem pecou e foi destituído da glória de Deus, tornou-se perdido e por esta razão precisa ser encontrado. Sendo assim, Deus passou a agir nessa direção e enviou Jesus Cristo para ser nosso salvador. Alguns afirmam que o homem não precisa de um salvador, e sim, de um protetor. Entendemos que a procura por protetor é maior do que a procura por salvador. No querer ter um protetor, um guia, muitas pessoas têm sido enganadas por falsas religiões e falsos deuses e falsos lideres. Entretanto, a Bíblia nos mostra  que o homem precisa mesmo,  em primeiro lugar, é de um - salvador.

 

Fundamentação Bíblica

 Romanos 5.

 

1. Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo,

2. Por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.

10. Se, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu filho, quanto mais agora, estando já reconciliado, seremos salvos pela sua vida!

Não apenas isso, mas também nos gloriamos em Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante quem recebemos agora a reconciliação.

11. Não apenas isso, mas também nos gloriamos em Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante quem recebemos agora a reconciliação.

12. Portanto, assim como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

 

Efésios 2.

 

8. Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não é vosso é dom de Deus.

9. Não de obras, para que ninguém se glorie;

10. Pois somos obra sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus preparou antes, para que andássemos nela.

 

Romanos 10.

 

8. Porém, o que ela diz? A palavra está perto de ti, em tua boca e em teu coração, isto é, a palavra da fé que proclamamos.

9. Se com tua boca confessares que Jesus é Senhor, e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo.

10. Pois é com o coração  que se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação.

Lucas 19.

10.   Porque o filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido.

 

Por que Necessitamos de um Salvador?

 

Paulo escrevendo aos romanos, disse: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Rm 3. 23). Quando os nossos primeiros pais pecaram contra o Senhor Deus, eles transgrediram o mandamento. Eles eram possuidores da vida eterna e viviam no paraíso previamente preparado, para que pudessem usufruir de toda a felicidade. Este pecado passou a todos os homens, separando-os do criador.

 

Cada pessoa ao nascer, já nasce sob efeito direto do pecado. Todos nascem em pecado, como expressou o Rei Davi: “Eu nasci em iniqüidade e em pecado me concebeu minha  mãe” (Salmos 51. 5). O pecado trouxe as seguintes conseqüências:

 

a) Separou o homem de Deus. A partir do pecado o homem fugiu da presença de Deus. “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaias 59. 2). O homem separado de Deus não pode viver bem. Ele percebe que algo está lhe faltando, porém, como o seu coração  está em trevas ele acaba ouvindo mais as trevas do que  a luz.

 

b) O pecado gera a morte. “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, Nosso Senhor (Romanos 6. 23). Do ponto de vista espiritual, o homem  que ainda não teve um encontro verdadeiro com Jesus Cristo está morto nos seus delitos e pecados.

 

c) O homem perdeu-se. A condição do homem sem Deus é de perdido. Como perdido ele vive desorientado, e por causa de toda essa situação, Deus providenciou-lhe um escape, garantindo-lhe oportunidade de salvação, através de seu filho Jesus Cristo “Porque o filho do  homem veio buscar e salvar o perdido”(Lucas 19. 10).

 

Como Vive um Homem sem Deus?

 

É claro que não vive bem! Separado de Deus, morto espiritualmente e perdido, não pode viver bem. O Apóstolo Paulo referindo-se a essa triste e lamentável condição, escreveu: “E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade, sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia (Romanos 1. 28 – 31).

 

Este é o estado do coração da maioria dos homens, porém, não é o desejo de Deus que o homem seja assim, por isso, enviou Jesus Cristo para salvar a humanidade. Você agora pode dar graças a Deus, porque ele alcançou o seu coração e por isso você passou a ter uma nova vida!

 

O plano de Deus, a partir da queda, foi resgatar a humanidade. Através desse resgate abria, para toda humanidade, a oportunidade de reconciliação, que por sua vez, lhe dava o direito de possuir uma nova vida através de Jesus Cristo. Ter nova vida, não é ter uma nova religião, e sim, ter a vida transformada pelo Evangelho (Romanos 1. 16).

 

O Novo Nascimento

 

No Evangelho de  João 3. 1 – 15 encontramos um texto interessante que mostra o encontro de Jesus com Nicodemos. Ele tinha perguntas a fazer, e Jesus, de forma resumida, mas essencial, respondeu-lhe: “ Se alguém não nascer de novo não pode ver o reino de Deus”. Essa resposta de Jesus mostrou-lhe que,  apesar de sua religião, precisaria nascer de novo. Nicodemos replicou-lhe – como pode?

 

Lendo toda a passagem concluímos que, Jesus ensina sobre a necessidade que a pessoa tem de experimentar o novo nascimento. Este processo se dá quando a pessoa recebe a Jesus Cristo como seu salvador e Senhor. João descrevendo isso, disse: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus (João 1. 12).

 

Pelo novo nascimento nos tornamos filhos de Deus. Se você recebeu a Jesus Cristo como seu salvador; nasceu  espiritualmente de novo, conseqüentemente tornou-se filho de Deus. Sendo filho é membro da família de Deus. As evidências da nova vida em Cristo estarão aparecendo em sua vida. Muitas coisas que você praticava, fazia, gostava, que estavam contra a vontade do Senhor, você não terá mais prazer em fazê-las. Seu coração terá uma nova alegria; e mais, você sentirá vontade de melhorar a sua vida espiritual, através das orações, meditação na palavra de Deus, resultado do amor que o Espírito Santo derramará sobre você (Romanos 5. 1-5).

 

O Novo Nascimento produz nova vida. Essa experiência leva-nos a viver uma vida cheia de graça, bondade, alegria e amor. É claro que você terá que lutar para manter a sua nova vida. Forças espirituais do mal não estão contentes com a sua decisão, mas, considere-se, pela fé, vitorioso! Reafirme esta vitória todos os dias: Lendo a Bíblia, fazendo orações, participando das reuniões e buscando ajuda espiritual dos irmãos que estão mais próximos de você.

* Extraído do livro – LUZ DAS SAGRADAS LETRAS – Autor: Francisco Meirinho. Pode ser encontrado na - Emanuel Church nos Estados Unidos e na Livraria RHEMA – JOINILLE – SC

 

Pr. F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 14h34
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24/07/2012


 
 

CULTO RACIONAL

CULTO RACIONAL

 

Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (Romanos 12. 1).

 

Um pastor,  certo dia, chamou uma pessoa para conversar, e perguntou-lhe:  O que está acontecendo com você que nunca mais participou do culto? – Como pastor, se no domingo passado, e no outro  eu estava aqui! – O pastor respondeu - Certo! Você estava aqui no templo, mas não estava no culto!  - Como assim? - Se o seu coração, sua mente não estiver girando em torno do culto, você apenas estará presente no templo, mas ausente do culto.  - A referida pessoa, passava quase o tempo todo, voltado para as músicas no iPhone , interagindo com outras pessoas, procurando entretenimento, viajando mentalmente e desligando-se de Deus a quem deveria prestar o culto, com quem, à priori, demonstrava interesse de relacionamento.

 

Apesar da palavra culto  aparecer raramente no Novo Testamento, para designar a forma de culto que prestamos a Deus, no entanto, louvor, adoração, absorção da Palavra de Deus, aparece inúmeras vezes. São estas coisas apresentadas a Deus com fé, e de forma consciente, que caracteriza o verdadeiro culto racional.

 

A palavra – racional, no original grego é: lógicos, ou logiken/lógikos, ligada à logos, que expressa o princípio divino da razão universal. Culto racional, não quer dizer que seja uma devoção com base unicamente na razão humana, isso seria – racionalismo cristão, mas sim, que o culto seja prestado dentro do princípio da razão e do pensamento divino. Captar o pensamento de Deus sobre como devemos proceder na relação que devemos ter com ele é de fundamental importância, para que nossa atividade espiritual seja frutífera.

 

Sendo assim, o culto deve ser razoável, racional e espiritual, segundo os princípios de Deus. Para isto, é preciso ter a mente de Cristo/Logos, compreender os desígnios de Deus, para apresentar todos os membros do corpo, em sacrifício santo – ou seja, sacrifício separado e destinado para agradar a Deus, com base na tríplice dimensão cristã: Amor, fé e graça.

 

Com um coração voltado para cima, utilizamos de forma consciente, todos os meios possíveis que represente, gratidão, veneração, admiração, glorificação, louvor,  adoração e exaltação. Tudo isto é expresso no ambiente do culto coletivo e no culto individual. Se a pessoa acha, ou mesmo não tenha experimentado da dádiva Deus, por recusá-la, seu culto fica anulado. Aquele que vai ao templo, às reuniões, por razões - social ou religiosa, mas vive desprovido da verdadeira razão do culto e de sua importância para a vida cristã, vive no mundo religioso, mas na periferia da essência evangélica: O Teólogo Karl Barth escreveu: “O culto cristão é o ato mais importante, mais relevante e mais glorioso na vida do homem”. Usufrua deste benefício e privilégio!

 

Neste momento, enquanto você está lendo este artigo, talvez você esteja no  templo, mas o Espírito Santo está lhe convidando para entrar no culto. Portanto, siga as instruções da Palavra/logos, quanto ao culto. Ofereça o seu melhor! Desligue-se de tudo que eventualmente quer lhe prender - lá fora. Mantenha seu corpo, mente e espírito voltados para Deus e, sinta que Deus está presente no Seu templo, que é o seu corpo. Assim, você estará pronto para adorá-lo, no templo e fora dele, pois o importante não é onde, mas como devemos adorar. É exatamente isso que Cristo considera relevante: “os verdadeiros adoradores, adorarão em espírito e em verdade”. Assim o nosso Culto será racional, espiritual,  segundo Deus. O Deus trino deve ser cultuado com o trino humano: Corpo, alma e espírito.

 

F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 15h10
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03/05/2012


 
 

UMA CHANCE PARA A FIGUEIRA

UMA CHANCE PARA A FIGUEIRA

Mais uma chance pode fazer grande diferença.  Podemos perder, errar, fracassar na primeira oportunidade. Nem sempre temos uma segunda chance, mas na parábola da figueira isso foi facultado.

Até onde percebemos, lendo sobre a  parábola da figueira, ela foi apresentada logo após algumas pessoas falarem a Jesus sobre  um estranho e macabro acontecimento: Alguns galileus foram apresentar sacrifícios pelos seus pecados, e por ordem de Pilatos, seus sangues foram misturados com o sacrifício; nos dando a impressão de que houve ali um chacina horrível. Talvez, Pilatos, que representava o judaísmo, tenha julgado, que deveriam derramar seus próprios sangues para alcançar o perdão de Deus, ou serem executados como abomináveis.

Jesus observa: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros, por terem padecido estas coisas?” – continua Jesus: “Não eram, eu vos afirmo: se porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis”. Lc 13. 2 - 5).

Em síntese, Jesus esclarece que os judeus deveriam não julgar, condenar, mas buscar o arrependimento, única forma de escaparem da condenação. Depois disso, começa a proferir a parábola da figueira para que os judeus entendessem, pelo menos o seguinte:

1.     Que a figueira representava os próprios judeus, e que o Pai, dono e criador da figueira, veio para ver os seus frutos e nada encontrou.

2.     Então o proprietário disse ao viticultor: Três anos, (tempo do ministério de Cristo), procuro fruto nesta figueira, mas não encontro. Pode cortá-la.

3.     Mas, o viticultor propôs uma segunda chance: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave aos redor dela e lhe ponha estrume. Se der fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la.

 

Se pensarmos assim: Deus como o proprietário da figueira infrutífera,  espera por três anos pela frutificação da figueira. Jesus como viticultor propõe que se dê mais um ano de prazo, período em que faria algo mais pela figueira. Concluímos que: Nos primeiros três anos estava relacionado ao ministério de Jesus. Um ano mais, relacionado ao ministério do Espírito Santo. Mesmo assim, a figueira não frutificou, então foi cortada. Consequentemente, Paulo aparece no cenário apostólico levando a mensagem de arrependimento aos gentios: “Mas Deus, não levando em conta o tempo da ignorância, manda agora que todos os homens em todos os lugares se arrependam. (Atos 17. 30) Estamos frutificando? Teremos uma segunda chance? O arrependimento é vital!

Pr. Meirinho

 

 

Escrito por Francisco Meirinho às 20h32
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