Blog do Pr. Meirinho

MOTIVAÇÃO E FÉ


21/12/2012


 
 

CONQUISTANDO EM DEUS

CONQUISTANDO EM DEUS

“Combate o bom combate da fé, toma posse...”( 1 Tm 6. 12)

Há vários tipos de conquistas na existência humana. Nem todas as conquistas pessoais são louváveis. Há conquistas, que resultam em celebração, das mais bizarras possíveis. Esta semana foi noticiado um plano macabro para assassinar o cantor popular, Justin Bieber. Não sabemos o que está por detrás dessa intenção, mas sabemos que, ele é uma referencia  para os adolescentes, e tem uma mensagem positiva ao mundo. Se o plano se concretizasse alguém comemoraria como conquista, como posse.

A conquista em Deus, parte do pressuposto de que, a mesma se fundamenta no princípio do bem para toda a humanidade, do bem e do bom para cada indivíduo, mas que seja respaldado em Deus. Vamos nos deter a três grandes conquistas que Deus deseja ver em você.

1.    A CONSQUISTA DA VIDA ETERNA

O cristianismo é resultado do alvo de Deus em garantir para cada pessoa o direito de alcançar a vida eterna.

a)    Deus fez a sua parte, dando o seu único filho para salvar a humanidade: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho... (Jo 3. 16)

b)   Jesus mostrou a finalidade de sua vinda: “O filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lc 19. 10)

c)    A graça de Deus se manifestou com esta finalidade: “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens... (Tt 2. 11)

d)   Elementos que contribui para a conquista: “...que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generoso em dar e prontos a repartir, que acumulem para si mesmo tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida”. (1 Tm 6. 18-19)

e)    Cristo fez a sua parte, mas quem decide pela conquista é você: “Combate o bom combate da fé, toma posse da vida eterna... ( 1 Tm 6. 12)

Continua: Conquistando em Deus:

Escrito por Francisco Meirinho às 12h07
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CONQUISTANDO EM DEUS

CONQUISTANDO EM DEUS

“Combate o bom combate da fé, toma posse...”( 1 Tm 6. 12)

 

2.    AS CONQUISTAS SOCIAIS

Como exemplo temos, a escravidão de Israel aos egípcios. Deus deseja que os povos sejam livres e conquistes ascensões  sociais.

a)    Para que Israel saísse do estado de escravidão social, Deus levantou o grande libertador – Moisés.

b)   Jesus e os apóstolos pregaram a mensagem de libertação espiritual, que contemplava também a libertação social.

c)    A igreja na terra tem um papel fundamental de promoção de tudo que se refere as conquistas  respaldada no princípio de Deus. O Pastor - Martin Luter King, assimilou esta mensagem.

d)   Conquiste o seu espaço - pela fé, esforço, dedicação –Deus está ao seu lado nessa busca.

3.    A CONQUISTA DA MATURIDADE ESPIRITUAL

O evangelho é claro em mostrar que Cristo venceu para que sejamos vencedores, mas diz também que você precisa lutar para conquistar. Para conquistar a maturidade, basicamente existem  três  grandes inimigos:

a)    A carne. Ela é inimiga de Deus e seus projetos. A carne luta contra o espírito humano e contra o Espírito de Deus:

·      “Quando  vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas (...) operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte.” (Rm 7. 5)

·      “Os que se inclinam para a carne cogitam sobre as coisas da carne, mas os que se inclinam para as coisas do Espírito, das coisas do Espírito.” (Rm 8. 5)

·      “Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas se pelo Espírito mortificardes os feitos da cerne vivereis.” (Rm 8. 13)

·      Para conquistar a maturidade espiritual é preciso vencer a carne.

b)   O mundo. A expressão mundo, mundanismo, que é oposição a Deus; a melhor maneira que encontro, com base no contexto geral do Evangelho, de forma sucinta  é –  todo o pensamento, culturas, feitos, posição, comportamento, que conspiram contra os projetos e princípios de Deus, expressos no Evangelho, e neste sentido temos:

·      “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente...”(Rm 12. 2)

·      “...o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo” (Gl 6. 16)

·      “Não ameis o mundo nem o que no mundo há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está  não está nele; porque tudo que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos, a soberba da vida, não  procede do Pai, mas do mundo. (...) o mundo passa e suas cobiças (...) o que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 Jo 2. 15 – 17)

·      Nota: Tem gente que está evitando  ler ou falar sobre este assunto, por dois motivos: 1) Por não terem conquistado a maturidade espiritual e por isso não conseguem se desvencilhar das ciladas mundanas. 2) Por não interpretarem o que representa o mundo que conspira contra Deus.

·      É bom lembrar que existem muitas coisas boas no mundo que podemos nos identificar. Há muitos mundos no mundo de Deus, no mundo maligno e no mundo humano.

·      Com discernimento espiritual, com base em Cristo e seus ensinos, precisamos apenas identificar o mundo que conspira contra Deus, que às vezes está bem perto. – Em nós, na família e até dentro da religião cristã.

c)    A malignidade. Vou chamar de malignidade toda a obra que parta de satanás, por mais aparência de piedade, religiosidade e santidade que possa ter. Lembre-se:

·      O diabo é o adversário. Ele se opõe ao bem e ao bom: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé... (1 Pe 5. 8-9)

·      O diabo é o deus deste século. “...o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos... (2 Co 4. 4)

·      Ele é o enganador e fonte de todo o mal: ( 2 Co 11. 3, 13, 14; 2 Tm 2. 26; 1 Jo 3. 8, 10; 3. 2)

·      É o príncipe da potestade ar: (Ef 2. 2)

 

A grande notícia – boas novas de conquistas: Em Cristo podemos vencer  os obstáculos e conquistar para a glória de Deus – o mundo, a carne e toda a malignidade, conquistando  – Vida Eterna, objetivos sociais, e maturidade espiritual.

Pr. F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 12h04
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14/12/2012


 
 

FINANÇA ABENÇOADA

FINANÇA ABENÇOADA

“...e tudo quanto ele faz será bem sucedido. (Sl 1. 1-3)

Descartando o conceito de - teologia de prosperidade -, muito em voga, e que em parte tem sentido em parte não,   e abraçando o conceito de Deus quanto a prosperidade de seus filhos, qual a base real que encontramos para afirmar que Deus como Pai deseja que seus filhos sejam prósperos? Vamos iniciar falando de uma prosperidade ampla que se espraia a todas as áreas, mesmo àquelas que nem sempre possam ser prioritárias, tanto para Deus, quanto para o homem.

Como? Nem sempre Deus está interessado em deixar alguém rico e famoso. Como também, nem todos os cristãos buscam riquezas, mas isso não os impedem de serem prósperos. Para elucidar um pouco mais sobre isso, vamos por em destaque o seguinte:

1.    VOCÊ GOSTARIA DE SER  PRÓSPERO?

1.1 - Esta pergunta poderia ser substituída por outras, como: Você gostaria de casar, morar em Nova York, ser uma pessoa famosa, ter uma família exemplar, comprar o melhor carro do mercado, ter férias anual em lugares famosos, ter um excelente emprego, ser professor, empresário, médico, engenheiro, etc? A resposta pode ser: meu sonho é outro.

1.2  - Se pensarmos o que  gostaríamos de ter e ser, a lista é infindável, mas normalmente temos e somos, partindo das seguintes primícias: O que sonhamos, o que buscamos e o preço que pagamos para isso. Mesmo assim, pela experiência de vida, entendemos que nem todos os sonhos se realizam, nem tudo que buscamos achamos, e nem todo preço que pagamos tem resultado esperado.

1.3  - Qual é o princípio?

a)     Nem todas as sementes dão frutos;

b)   Os frutos não dependem só da semente, mas do ambiente total: Terra, água, clima, cuidado...

c)    Você já possui semente para lançar?

d)   Onde deseja lançar a semente?

e)    Está preparado para acompanhar o processo de crescimento da semente, que resultará em frutos?

2.     QUANDO QUEREMOS ALGUMA COISA DEVEMOS: Preparar, avaliar, buscar,  pagar o preço exigido.

2.1 – PREPARAR

a)    Para qualquer área profissional, ministerial, social que se escolha, a preparação é fundamental.

b)   Deus respeita os nossos anseios, mas espera pelo menos duas coisas: 1) que sejam compatíveis com os seus princípios; 2) que você faça a sua parte em relação ao que anseia.

2.2 – AVALIAR

a)    Avaliar é ponderar, é refletir sobre a viabilidade, é se inteirar do máximo, de tudo quanto gira em torno daquilo que queremos.

b)   Se depois de avaliarmos, acharmos que é impossível, nada acontecerá.  Mas se é exatamente isso que queremos, não podemos desistir. É aí que a fé surge para mostrar que há algo mais além do nosso horizonte.

2.3 – BUSCAR

a)    Na busca, tanto devemos ter o compromisso de buscar – a coisa – quanto, buscar meios para mantê-la. Exemplo: Quem sonha em ganhar um carro já deve está se preparando para ter uma garagem. Quem sonha em ter filhos, deve preparar-se para ter mais um quarto.

b)   Se você é um sonhador que nada faz para receber o que procura, seu projeto de vida, não passa de um sonho.

2.4 – PAGAR O PREÇO

a)    Pagar o preço é se antecipar, saindo da zona do conforto para a realização.

b)   Pagar o preço é saber que nada na vida vem de graça, pois até a Graça de Deus, teve um preço alto, pago pelo seus autores: Deus que entregou o filho, e o filho que se submeteu voluntariamente ao caminho da cruz.

c)    Pagar o preço é saber que trabalhar é preciso: Trabalhar é – esforçar, lutar, estudar, criar, dedicar, sofrer, para ter o que queremos, que nos levará a um padrão de vida que desejamos.

3.    VOCÊ SONHA EM SER FINANCEIRAMENTE ABENÇOADO?

3.1 Todos que seguem as orientações de Cristo já são abençoados financeiramente. O que pode acontecer é não terem aprendido como administrar as bênçãos recebidas:

a)    Você já parou para calcular quanto custa por ano para manter uma vida devassa, de vícios , contrariando  princípios de  Deus.

b)   O pecado não só gera a morte, mas também tem prejuízo financeiro.

c)    Experimente investir o dinheiro que você gastaria se não estivesse em Cristo. Pense! Você investiria no Reino de Deus melhor, e sobraria muito para seu projeto pessoal.

* Tudo o que temos precisa ser bem administrada, inclusive as bênção de Deus. Lembre-se de Esaú, que trocou a bênção da primogenitura por um prato de sopa...

3.2 – Em Cristo somos abençoados financeiramente: 1) Pelo abandono de práticas perniciosas; 2) Pela assimilação de um nova maneira de viver; 3) Pela captação dos mandamentos adotados 4) Pelo princípio do  pedir, dar e receber; 5) Pelas promessas estabelecidas por Deus.

a)    Pelo abandono de práticas perniciosas. Já nos referimos que pecar contra Deus custa caro. O vício que contradiz os princípios cristãos custa caro, e os resultados disso tudo: Moral, social, físico -  custa caro!

b)   Pela assimilação de uma nova maneira de viver. Assim como os judeus, e outros povos têm sua própria cultura, devemos entender que – somos uma nação eleita. Como tal, apesar de vivermos nos Estados Unidos, Brasil, Portugal, temos um cultura paralela. Resistimos práticas de culturas, mesmo do nosso pais, quando se opõem a Cristo.  Por isso, as tradições  que robustecem verdades essenciais do cristianismo que professamos, precisam ser preservadas.

c)    Pela captação  dos mandamentos e conceitos adotados. Vamos ver alguns, que nos ajudam a eliminar á ideia surreal de que a prosperidade vem de Deus de forma mística, apenas:

·      A instrução produz prosperidade: 1) “Pobreza e afronta sobrevêm ao que rejeita a instrução, mas o que guarda o mandamento será honrado”. (Pv 13. 18) 2) Se atentamente ouvires a voz do Senhor, tendo cuidado de guardar todos os mandamentos (...) o Senhor te exaltará... (Dt 28. 1-14).

·      A honestidade é aliada da bênção financeira. “O que é ávido por lucro desonesto, transtorna a sua casa, mas o que odeia o suborno, esse viverá”.  (Pv 15. 27)

·      O trabalho diligente leva à riqueza. “O que trabalha com a mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes vem a enriquecer-se” (Pv 10. 4)

d)   Pelo princípio do dar, pedir e receber.  Somos incentivados a dar a Deus e a seus projetos: (2 Co 9. 8; Rm 13. 7; MT 22. 21; 1 Co 16. 2). O resultado da liberalidade é prosperidade, porque nos tornamos sensíveis para sermos abençoados por todos os meios que Deus disponibiliza: Pelo fé, oração, trabalho, dedicação, solidariedade, inteiração de seus princípios.

 Quando não há  liberalidade, nossa mente se torna fechada e nos colocamos sempre no centro, não dando espaço para Deus e seus projetos. Não devemos esquecer que Deus deseja nos abençoar através da expansão de seu reino na terra.

e)    Deus deseja nos abençoar  pelas promessas estabelecidas. Como filho de Deus, que tem o  seu viver embasado no principio da piedade, a promessa de prosperidade fica garantida: “Bem aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios (...) o Seu prazer está na lei do Senhor (...) Ele é como árvore plantada junto a corrente de água (...) Tudo quanto fizer prosperará (Sl. 1. 1-3)

·      Quanto mais inteirados dos princípios de Deus, mais articulados seremos  para servi-lo com base no que é essencial à vida cristã – o amor e a fé. Tudo Isto pode ser revertido em bênção financeira, depende de você.

Pr. F. Meirinho

http://fmeirinho.wordpress.com


Escrito por Francisco Meirinho às 14h34
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08/10/2012


 
 

VENÇA A BATALHA ESPIRITUAL

VENÇA A BATALHA ESPIRITUAL

O cristianismo apostólico não concebe  vida cristã  isenta dos conflitos espirituais. Há uma tendência de sintetizar a vida cristã em simples atos litúrgicos, o que é uma pequena parte do todo, pois a maior consiste na batalha direta contras as hostes espirituais do mal, que trabalham em várias frentes para solapar a fé evangélica.

O cérebro humano, com o seu complexo sistema, provavelmente, não foi preparado para tantas formas de sugestões advindas das tecnologias e forma de existência modernas, através dos veementes apelos pela propaganda, músicas, etc., com objetivo claro de nos levar para a prática de toda espécie de mal. Decorrente, nossa mente fica carregada e nosso espírito inquieto, quase que inerte, indisponível para a meditação, assimilação da palavra de Deus, de onde procede os suprimentos da manutenção da fé e da vida espiritual cristã. Talvez por isso, alguns conceitos da teologia cristã tende a mostrar como relevante, elementos existenciais e temporais, em detrimento à realidade da batalha espiritual e dos valores eternos.

Para os que desejam viver da originalidade cristã, o caminho é estar atento e aberto para compreender que o princípio que norteia a vida em Deus permanece intocável, continua sendo o mesmo, e por esta razão é preciso estar atento a respeito do que realmente é relevante e inexaurível. Crer assim é, não ignorar os inimigos da fé,  não subestimar as forças reais da maldade e se firmar, cada vez mais,  na fé, - que uma vez foi dada aos santos.

Portanto, se você crê, continue lendo nossa exposição, senão pare por aqui mesmo, pois o pensamento apostólico é contundente e não deixa dúvidas quanto à realidade nefasta de satanás e seus ardis, mas reconhece que, eles podem ser suplantados, no nome daquele que os venceu - JESUS.

A Batalha espiritual é real

-       Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês anda ao redor como leão, rugindo e procurando quem possa devorar. (1 Pe 5. 8)

-       Mas vejo outra lei atuando nos membros do meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente...(Rm 7. 23)

-       O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. (1 Jo 5. 4)

Nós podemos vencer a batalha espiritual através de Cristo, mediante a fé. Ignorar é o grande perigo. Fingir que nada existe é se acovardar ou render-se. Lutar é a única opção para quem deseja ter uma vida vitoriosa. Paulo, orgulhosamente, no final de sua vida pode levantar o estandarte, ao dizer: Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda. (2 Tm 4. 7-8)

 

Pr. F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 11h27
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07/09/2012


 
 

VENCENDO O MEDO

VENCENDO O MEDO

Quem um dia, pelo menos, não tenha dito ou pensado – tive medo - . O medo, em certo sentido, compara-se ao colesterol: O medo bom e, o medo ruim. O medo bom é o medo congênito, que nos acompanha desde a mais tenra infância. Segundo alguns pensadores da ciência psíquica, do ponto de vista biológico, portamos apenas dois tipos de medos: o medo de cair e o medo de uma barulho repentino. Esses medos, levam-nos a agir de forma defensiva. Os demais medos são adquiridos, que passam de quinhentas modalidades e que podem se transformar em fobia.

Qual é o seu medo?

O medo quando que se torna fobia  paralisa a pessoa e a deixa em tensão, angústia, perturbação, tremores e calafrios; diante de objetos, lugares, animais e situações adversas, mesmo aquelas que são apenas imaginadas.

São esses medos adquiridos produtores dos mitos e dos fantasmas. A pessoa medrosa acaba associando sons, visão parcial, com algo, muitas das vezes irreal, que  se encarregam de dar forma aos medos. Como escreveu Horace Wapole: “Somos quase sempre as marionetes de nossos temores”.

São esses medos que nos angustiam, nos aprisionam e nos fazem sofrer, a exemplo do - transtorno de ansiedade social – ou fobia social, que impede o livre desenvolver, atrofia nossa relação social e nos encurrala para o isolamento e acabam frustrando os nosso sonhos.

Esses medos, que se apresentam diante de nós como grandes muralhas, é que somos convidados a transpor, suplantar, vencer.

A Bíblia é um livro de encorajamento da parte de Deus, mas mostra com freqüência o medo do homens:

1.     Em Seir terão medo de vós... (Dt 2. 4)

2.     Fugiu Jotão e foi para Beer com medo de seu irmão Abimeleque. (Jz 9. 21)

3.     Disse o chefe de dos Eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei...(Dn 1. 10)

4.     É um fantasma. E gritaram com medo... (MT 14. 26)

Qual é o seu medo!

Você tem medo da vida, da morte, de gente, da doença, dos acidentes? Tem gente que tem medo, até do próprio medo. Apesar de o medo aparecer como sintoma de algo que passa no nosso interior, que revela o mundo ao nosso redor, somos convidados a vencê-lo.

Observamos que os discípulos, apesar de Cristo aparecer para  trazer socorro, porque estavam em grande aflição no meio da tempestade, tiveram medo, até daquele que veio para salvá-los. É um fantasma! – gritaram, como medo. Mas Cristo aproximou-se e disse. Não tenham medo – sou eu.

A melhor forma de vencer o medo é ter em nossa companhia aquele que venceu o pior medo – o medo da morte.

Aquele que a tudo venceu, sobreviveu, está vivo. Ele afirmou: Eis que estou com vocês até a consumação dos séculos.

Quem tem a mente de Cristo, subjuga a sua mente medrosa, na força da mente vitoriosa, que emana de Deus.  A partir dessa experiência vai, pela fé, rompendo, rompendo, até chegar ao nível desejável, onde as fobias são superadas, o medo equilibrado e a vida segue seu curso normal, mantendo os olhares voltados para o horizonte, com base no amor, na fé e na esperança.

 

F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 22h07
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04/08/2012


 
 

MORDOMIA CRISTÃ

MORDOMIA CRISTÃ

A palavra mordomo relacionada ao novo testamento, que tem origem no hebraico é: a) Ha-ish asher al que significa: homem que está sobre; b) hasher al bayith – quem está sobre a casa e – c) bem mescheq – filho de aquisição. De origem grega temos: a) Epítropos – encarregado, encontrado três vezes: Mt 20. 8; Lc 8. 3 e Gl 4. 2. b) Oikonomo, mordomo, de onde vem a palavra economia, economista. Oikos – casa + nomos – regras, leis, costumes. Síntese: Um economista estuda para ser um - administrador da casa, segundo a lei, ou regra. Neste caso, não deixa de ser um mordomo, cada cristão que é chamado para ser salvo, e treinado para ser mordomo, segundo as regras do Evangelho da Graça,  principalmente sobre três categorias:  Mordomia do tempo, do tesouro e do talento.

1.    MORDOMIA DO TEMPO

a)    O tempo passa, ou passamos pelo tempo? De qualquer forma o tempo tem seu aspecto relativo. Alguém diz: Este ano o tempo passou rápido!

b)   Para muitas coisas na vida, o tempo é objetivo e real. O juiz apita e diz: Acabou o tempo! Ou, tempo esgotado. Seria o tempo para cada um de nós, um período no espaço no qual tenho tarefa para cumprir?

c)    Dentro do espaço chamado tempo individual, Paulo recomenda: “Portanto, vede prudentemente, como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus” (Ef 5. 16). Remir o tempo é aproveitar a oportunidade para ser bom, no mínimo – melhor. Hoje, você está melhor, ou pior? É tempo de refletir!

2.    MORDOMIA DO TESOURO

a)    Jesus disse:”Onde tiver o teu tesouro, ali estará o teu coração”. Esta declaração está recheada de sabedoria.  Para quem deseja saber onde está o seu coração, a dica é simples”Onde você investe? No que você acredita, e que merece depositar o seu tesouro?

b)   Paulo enfatiza a necessidade de aplicar parte do tesouro em aplicação eterna – (2 Co 9. 5 – 8):

-       V. 5. Achei conveniente (...) que preparassem donativos como expressão de generosidade e não de avareza...

-       V. 6. Afirmo: Aquele que semeia pouco, ceifará pouco. Quem semeia com fartura, com abundância ceifará.

-       7. Cada um contribua (...) não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama o que dá com alegria.

-       V. 8.  Deus pode fazer abundar (...) Tendo em tudo ampla suficiência, superabundeis em toda graça.

3.    MORDOMIA DO TALENTO

a)    Talentos são aptidões que temos: Naturais e/ou adquiridas. Alguém já disse: Tudo o que tenho e sou ofereço ao meu senhor. Na verdade, ser um mordomo consciente é descobrir que administrar os bens do grande Senhor do universo é, fazer parte do seu reino, como herdeiro natural.

b)   Pensei: Se não sou dono de mim e nem de nada no meu entorno, prefiro ser um bom mordomo do bem alheio, no qual me vejo incluso.

c)    A mordomia cristã é pessoal. “Na mordomia, nenhum homem pode realizar o dever do outro. Nenhuma procuração é permitida, ou possível. A mordomia envolve responsabilidade pessoal. (C. A. Cook)

Ser um bom mordomo é cuidar do bem do outro como se fosse seu. Aquele que disse: “Pai, eu quero que todos sejam um comigo, como eu sou um contigo” (JO  17. 21) – é o mesmo que expressou: “Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo  os que me deste, para que vejam a minha glória...(Jo 17. 24). Está garantido ao mordomo fiel, ver e participar da glória do grande Rei.

Pr. F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 23h41
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22/06/2012


 
 

O QUE É ADORAR?

O  QUE É ADORAR?

 

...O ato de adorar remonta ao período do cristianismo, lei e profetas (Gn 18. 1,2). Descobrimos também que representa curvar-se diante de alguém que julgamos seja superior e que mereça a nossa admiração. À luz da Palavra de Deus vamos descobrir algo mais sobre a adoração e sua importância para os nossos dias.

 

Originalmente a palavra “adorar” está ligada a curvar ou prostrar. Este curvar-se ou prostrar-se acontecia da parte de alguém que reconhecia superioridade no outro, ou que, estivesse expressando agradecimento por atos relevantes. Queremos  colocar abaixo alguns exemplos:

 

1. Ao morrer Sara, mulher de Abraão, este procurou um lugar para sepultá-la. Encontrando a benevolência dos heteus, Abraão curvou-se  em respeito e reconhecimento a este povo.

2. Ao ser Ló, visitado por dois anjos, prostrou-se com o rosto em terra e pediu para que os anjos ficassem em sua casa, embora não desejassem, cederam, em função das insistências (Gn 19. 1,2).

3. Os irmãos de José se prostraram perante ele que era na ocasião governador (Gn 42. 6)

4. Abraão num momento difícil de sua vida saiu para adorar (Gn 22. 5).

5. Josué prostra-se em adoração (Js 5. 14). Esta atitude de adoração abriu caminho para que Josué entrasse em contato com o próprio Deus e pudesse descobrir sua vontade.

 

Sabemos que a palavra “adorar” está relacionada a curvar, prostrar e que isto era comum entre os povos antigos; era feito como um ato de submissão e reconhecimento. A mesma, relaciona-se com a palavra hebraica - “hishtâwã” que no novo testamento funde-se com a palavra grega - proskruneo - adorar, beijar  ou proskunetai - adorador. Lembre-se, quando você está em adoração é como se estivesse beijando o rosto de Deus.

 

Considerando o contexto bíblico do ponto de vista do culto, um adorador é aquele que se prostra diante da face de Deus, reconhecendo-o como supremo criador e Senhor. Um adorador, partindo da ótica do novo testamento, será envolvido pelo Espírito Santo a demonstrar toda a sua gratidão pelos atos da redenção e santificação, através dos  quais o crente foi envolvido.

 

Nessa adoração, o crente não somente prostra-se fisicamente, mas, também no sentido espiritual. Com gratidão e amor que tem para com a trindade - O Pai criador, Jesus Cristo redentor e o Espírito Santo, vivificador e santificador - a pessoa usará de todos os instrumentos disponíveis para expressar a sua adoração. Adoração esta, que não tem como base o temor, ou a lei, mas, sim, o coração agradecido, resultado da superabundante Graça de Deus... (Texto Extraído do Livro – Luz das Sagradas Letras – Autor: Francisco Meirinho)

 

* O livro pode ser encontrado: na – E. Church – USA, e Na Livraria Rhema – Joiniville- SC

 

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Escrito por Francisco Meirinho às 12h34
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09/06/2012


 
 

PÉROLA VALIOSA

PÉROLA VALIOSA

“O Reino dos céus é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou”. (Mateus 13. 45 – 46)

A princípio temos nesta Parábola um detalhe bem curioso e relevante – Um homem que procura pérolas de grande valor.

Sabe-se que as mais valiosas pérolas são encontradas no Mar Mediterrâneo e no Golgo Pérsico, mas para identificá-las é necessário grande pericia, o que parece não faltar ao aludido comerciante.

Uma pérola,  antes, apenas um simples grão de areia. Penetra no interior da ostra,  que é envolvida por secreção ao longo do tempo, até se tornar uma rara jóia, cuja cor varia – dourada, prateada, verde, negra, creme. Relacionando ao Reino dos Céus, no contexto do Novo Testamento temos: Um simples grão de areia – que aponta para a simplicidade do Reino. Da areia à pérola – mostra  o processo até que o Reino se tornasse reconhecido. O negociante que procura – sabe que a Pérola é preciosa, por isso não hesita em vender tudo o que possuía, para comprar uma única pérola, que apesar de pequena, era muito valiosa.

Reino dos Céus e Reino de Deus são sinônimos, mas se desdobram em várias episódios distintos, em diferentes épocas, sem perder sua principal característica – O Reino preparado por Deus, que tem Cristo como seu grande Príncipe/Rei, cujo objetivo é ser descoberto, por todas as pessoas que o procuram, como resultado da valorização que lhe atribuem.

Entendemos que, o Reino não está sendo tão procurado, porque as pessoas estão perdendo o senso de avaliação e o espírito de valoração do real sentido do reino que foi por Cristo proclamado. Os que olham para o reino, como se fosse apenas um grão de areia, jamais o procurarão; mas os que vêem  àquele simples grão de areia que pode se transformar em uma pérola de grande valor, estão prontos, para procurar, procurar, até encontrar. Depois, fica mais fácil renunciar, vender tudo que possui para adquiri-la.

Como estamos vendo o Reino de Deus? Um simples grão de areia? Uma areia em processo de pérola? Ou, já descobrimos a Jóia de grande valor. Se nada disso ainda nos aconteceu, podemos estão aprender um pouco mais com o caçador de pérola, que depois da descoberta, acaba trocando o seu reino – suas riquezas, pelo reino que não é seu, mas que lhe garante muito mais segurança, porque trata-se de uma reino que não pode ser destruído, eterno e inabalável.

F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 11h39
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25/05/2012


 
 

O REINO E O GRÃO DE MOSTARDA

O REINO  E O GRÃO DE MOSTARDA

“O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor dentre todas as sementes, quando cresce torna-se a maior das hortaliças e se transforma numa árvores, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos”. (Mateus 13. 31 – 32)

No centro do da alma de Cristo havia um grande desejo – Estabelecer o reino de Deus na terra.  Ele estava certo de que o reino já era realidade, embora não tivesse grande aparência. O reino era – a grandeza escondida no diminuto, a força escondida na fraqueza, a riqueza escondida na pobreza, a grande árvore escondida na semente.

Embora Jesus nascesse em uma humilde estrebaria, a respeito dele, anunciou o anjo à Maria: “Este será grande, e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. Ele reinará eternamente e o seu reino não terá fim” (Lc 1. 32 – 33).

As sociedades romana, grega e judaica podiam não ver nada, mas, a partir do momento do nascimento de Cristo, o reino foi implantado como se fosse uma pequena semente de mostarda, que cresceria e ninguém poderia detê-lo. Ele cresceu sob a égide de um rei, embora tenha sido rejeitado. Por isso a mensagem da vinda e chegada do reino era implacável:

1.     “Arrependei-vos é chegado o reino de Deus” – dizia João Batista.

2.     O próprio Jesus começou a pregar: “Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus” (MT 4. 17)

3.     Assim, dava continuidade ao seu ministério: “Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do reino...(MT 4. 23)

4.     Em sua mensagem de bem-aventurança aos seu discípulos, iniciou dizendo: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. (MT 5. 4).

5.     Quando ensinava seus discípulos, sobre a maneira como deveriam orar, ressaltou: Vós orareis assim: ...venha o teu reino, seja feita a tua vontade... (MT 6. 9)

6.     Instruindo seus discípulos quanto a pregação, afirmou: “... E, indo pregai, dizendo: O reino dos céus está próximo”. (MT 10. 7)

Havia o reino presente e disponível  à nação israelita, que rejeita o seu rei. Na aceitação, provavelmente tudo seria diferente para toda a humanidade: A paz poderia reinar de forma absoluta no mundo,  e a  humanidade desfrutaria dos benefícios do reino em todas as dimensões. O reinado visível e pessoal de Cristo foi adiado, mas o espiritual e interno permaneceu com toda a sua potencialidade. Apesar de se manifestar na forma de uma semente, ninguém pode negar sua extensão  em toda a parte, como se fosse uma árvore frondosa, que dá fruto no tempo hábil e refrigério ao beduíno viajor.

Pr. F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 11h17
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12/05/2012


 
 

ESPERANÇA DE MÃE

ESPERANÇA DE MÃE

O coração de mãe é diferente do coração de filho. Bate como os demais, mas sempre num ritmo movido por expectativa, sempre atento à vida do filho, sempre esperando que ele esteja e seja melhor. Melhor na vida, melhor no relacionamento, melhor em tudo o que faz, melhor no lar, melhor pai e melhor mãe.

Seu coração é movido de expectativa e esperança. Ela sempre pensa, que todos os quadros, ou episódios, por mais obscuros, possam ser revertidos. Nada de negativo, seja a dor, a solidão e mesmo a prisão, tudo na sua mente, em relação aos filhos são temporários. Ela sempre espera que o filho melhore, mesmo que tudo esteja bem.

Nos arredores das muralhas da Penitenciária de Fort Madison, nos Estados Unidos, havia um rústica casinha na qual morava uma mãe, cujo filho cumpria pena de prisão perpétua, naquela instituição. Ela procurou ficar o mais próximo possível do seu desventurado filho, afirmando com o coração dolorido, mas com esperança: Esperarei pelo meu filho querido até que ele seja liberto!

Não importa a situação em que você se encontra, do ponto de vista físico, mental, financeiro ou emocional, sua querida mãe espera que você seja resgatado de toda e qualquer situação dolorosa.

Este sentimento esperançoso do coração materno, expressa em parte o sentimento de Deus em relação a cada um de nós. Seu desejo é que sejamos livres de todas as amarras que impedem o nosso livre caminhar, que impede a nossa felicidade.

Como sabemos, há muitos hoje que vivem com a alma ferida, por relações afetivas quebradas, no meio familiar e social. Somos intrinsecamente dependentes afetivos, uns dos outros. Quando há interrupções nesse processo, todo nosso corpo padece e passamos a viver sob estigma de um ser infeliz.

Lembre-se, assim como a mãe a que nos referimos, resolveu viver o mais próximo possível da prisão de seu filho, Deus também fez algo semelhante, através de Cristo. Deus estava nele. Se fez homem e habitou entre nós, sofreu como homem, foi injustiçado, morto e sepultado, tudo para propor a cada um de nós a oportunidade de mudança de cativeiro, para uma vida de amor, paz e liberdade. Ele afirmou, quando por aqui passou: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas” (Mateus 11. 28 – 29)

Pense! Você não está só!

F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 10h02
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ESPERANÇA DE MÃE

ESPERANÇA DE MÃE

O coração de mãe é diferente do coração de filho. Bate como os demais, mas sempre num ritmo movido por expectativa, sempre atento à vida do filho, sempre esperando que ele esteja e seja melhor. Melhor na vida, melhor no relacionamento, melhor em tudo o que faz, melhor no lar, melhor pai e melhor mãe.

Seu coração é movido de expectativa e esperança. Ela sempre pensa, que todos os quadros, ou episódios, por mais obscuros, possam ser revertidos. Nada de negativo, seja a dor, a solidão e mesmo a prisão, tudo na sua mente, em relação aos filhos são temporários. Ela sempre espera que o filho melhore, mesmo que tudo esteja bem.

Nos arredores das muralhas da Penitenciária de Fort Madison, nos Estados Unidos, havia um rústica casinha na qual morava uma mãe, cujo filho cumpria pena de prisão perpétua, naquela instituição. Ela procurou ficar o mais próximo possível do seu desventurado filho, afirmando com o coração dolorido, mas com esperança: Esperarei pelo meu filho querido até que ele seja liberto!

Não importa a situação em que você se encontra, do ponto de vista físico, mental, financeiro ou emocional, sua querida mãe espera que você seja resgatado de toda e qualquer situação dolorosa.

Este sentimento esperançoso do coração materno, expressa em parte o sentimento de Deus em relação a cada um de nós. Seu desejo é que sejamos livres de todas as amarras que impedem o nosso livre caminhar, que impede a nossa felicidade.

Como sabemos, há muitos hoje que vivem com a alma ferida, por relações afetivas quebradas, no meio familiar e social. Somos intrinsecamente dependentes afetivos, uns dos outros. Quando há interrupções nesse processo, todo nosso corpo padece e passamos a viver sob estigma de um ser infeliz.

Lembre-se, assim como a mãe a que nos referimos, resolveu viver o mais próximo possível da prisão de seu filho, Deus também fez algo semelhante, através de Cristo. Deus estava nele. Se fez homem e habitou entre nós, sofreu como homem, foi injustiçado, morto e sepultado, tudo para propor a cada um de nós a oportunidade de mudança de cativeiro, para uma vida de amor, paz e liberdade. Ele afirmou, quando por aqui passou: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas” (Mateus 11. 28 – 29)

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Escrito por Francisco Meirinho às 10h02
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20/04/2012


 
 

O PRUDENTE E O TOLO

 

 

O PRUDENTE E O TOLO

Chegou o momento de construir a casa dos meus sonhos. Quero fazer no estilo moderno, acabamento de primeira, para que todos os transeuntes possam ficar admirados. Creio que vai ser o principal cartão postal da cidade, afirmou o construtor, que apenas pensava na aparência da construção e não no seu fundamento. Desconversava quando era abordado sobre a importância do fundamento da construção.

No mês seguinte, “desceu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e a casa caiu. Ele foi considerado o tolo, que não teve nenhum interesse pelo o essencial, a base, o fundamento da construção. O prudente,  construiu  sua casa, porém, de acordo com a planta. A tempestade, também veio sobre ela, mas  se manteve intacta, de acordo com os ensinos de Jesus: (MT 7. 24-27e Lc 6. 47-49)

O principal objetivo era mostrar a diferença entre o tolo e o sábio  em relação aos ensinos de Cristo. O que ouve e não pratica, é o tipo - “consumidor de sermões”, que muitas vezes sai da reunião e diz: Que palavra! Que palavra! Ouve, mas se esquece. Se alimenta emocionalmente pelo discurso, mas não aplica o coração à verdade. Gosta do corpo do Evangelho, mas não da sua alma. Gosta da poesia, mas rejeita o poeta. Ama a profecia, mas não tem comunhão com o profeta. Jesus disse: Aquele que ouve as minhas palavras, mas não as cumpre, será comparado ao homem insensato.  Todo aquele que ouve as minhas palavras e as pratica, é o prudente, é o sábio.

O construtor prudente discerne bem, por isso descobre que ouvir é necessário, mas, sabe que instruções não praticadas se tornam inoperantes. Tem em mente que:

-       ...Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. (MT 4. 4) Associa: ...Não amemos de palavras, nem de língua, mas por obra e em verdade. (1 Jo 3. 18)

F. Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 20h07
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15/03/2012


 
 

LUTAR E VENCER

PELA PALAVRA

LUTAR E VENCER – PELA PALAVRA

 

Muita gente, por perceber que a abundância esperada fracassou em várias ocasiões da vida, acaba aceitando a escassez com certa naturalidade. Chegam até a pensar, dessa vez não, mas na próxima, também não vai dar. Assim, forma na mente um  E. P. N. – estrutura de pensamento negativo, no qual, o paradigma se fixa dentro do seguinte conceito: A vida é difícil, como não sou filho de rico, não recebi nenhuma herança, nada mais do que isso posso esperar.

Talvez, a mente dos pescadores, discípulos de Cristo era assim: um dia, pegavam peixes, outros não, e o mais importante era -  se o resultado fosse a sobrevivência, que não faltasse em casa o pão e o peixe, estava ótimo.

Certo dia, Jesus resolve pregar à margem do lago de Genesaré. (Lucas 1. 5-11) De repente olha e vê dois barquinhos, sem pescadores, que estavam próximos. Talvez, desanimados, chateados e tristes, lavavam as redes: “É brother, mais uma vez, nada!..

Imagino: Jesus, entra no barco de Simão, e diz: - Simão, por favor, chegue aqui! - Pronto mestre! – Afaste um pouco o barco da praia, a multidão é grande, e fica melhor para que eu possa comunicar alguns ensinos. Jesus, prende a atenção de seus numerosos alunos, que ouviam atentamente suas palavras. Quando acabou de falar, provavelmente lembrou da sena anterior: Os barquinhos vazios, os pescadores lavando as redes, desanimados, por nada pegarem. Ei, gente! Terminei de alimentar a multidão com a palavra da vida, mas eu sei que vocês precisam trabalhar, produzir, ganhar, prosperar.  Afaste o barco um pouco mais! Lançai as vossas redes para pescar! – dizia Jesus. - Simão olhou, talvez pensasse – “mestre estás de brincadeira...” Temos trabalhado, pescado toda a noite, não pegamos nem um saguiru, nem uma piavinha, nada mestre! Mas... de acordo com a tua palavra - lançarei a rede. O Pedro era falante e também trabalhador e obediente.

A motivação para que Pedro, apesar de não ter pego nada durante toda a noite, foi a palavra de Cristo. A palavra gera vida, entusiasmo, fé. Se ele se mantivesse apático quanto a palavra de Cristo, continuaria lavando as redes, depressivo, com sensação de ter fracassado. No entanto, ele, apesar de ter lutado contra o que era lógico e racional, preferiu seguir  a orientação de Cristo.

Logo que lançaram a rede, já perceberam que os peixes se movimentavam. Era um grande cardume! Pedro, talvez dissesse. Gente, maravilha! É muito, é muito!.. Ei! disseram aos outros que estavam no barco por perto: cheguem aqui para nos ajudar. É muito peixe!... Encheram os barcos de tal maneira que quase foram a pique. Pedro, olhando tudo isso, prostrou-se aos pés do mestre, como um indigno e reiteradas vezes dizia, sem erguer a cabeça: - Senhor retira-te de mim -  porque sou pecador.

Segui-se uma grande celebração entre os amigos pescadores: Simão, Tiago, João e, certamente os moradores que moravam à margem do lago de Genezaré, que por serem pobres dependiam muito dos pescadores e dos peixes da região. Por sua fé na palavra, se tornou bênção para os amigos de profissão, familiares e vizinhos. Depois da boa pescaria, Jesus olha para Simão e diz. Daqui para frente, serás pescador de homens.

Temos duas importantes lições: 1. Deus pode nos levar para além da escassez. Para isso, é preciso crer e agir. 2. A abundância, tendo Deus como orientador, não acontece só na esfera material, mas também na espiritual e ministerial. Depois que o milagre da multiplicação aconteceu, Jesus disse – serás pescador de homens. A multiplicação teve como resultado -  fé e ação.

Se na  vida, em termos de prosperidade financeira, espiritual e ministerial, o balanço é negativo.Você se vê mais lavando rede do que recolhendo peixe; então, chegou a hora de deixar Jesus entrar no barco, ordenar e ser correspondido pela fé na palavra e prática, como orou o rei Davi: Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus Soberano. Consolida, para nós, a obra de nossas mãos; consolida a obra de nossas mãos! (Sl 9. 17)

F.  Meirinho

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Escrito por Francisco Meirinho às 14h09
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25/02/2012


 
 

QUE SUFOCO?

 

 

QUE SUFOCO!
São  poucos os que podem dizer – não sei o que é sufoco . – Se pensarmos na longa trajetória da vida seria difícil lembrar de todos os momentos de sufoco. Mesmo aquele, literalmente falando, o sufoco motivado pelo engasgamento o...

Na lista, aparece muitas modalidades de sufocos: Do filho que não corresponde às expectativas paternas, de um membro da família que foi gravemente acidentado, das doenças que atingem o lar, da falta de emprego, ou dinheiro para a sobrevivência e outras situações de pânicos imprevisíveis, advindo de acidentes, assaltos, crimes.

O conjunto de surpresas negativas que provocam inquietação, medo, aperto, ansiedade, pode nos levar a um estado psicológico de angústia,  sufoco, que em muitos casos, é sucedido por alivio, depois  que a tempestade passa.

Há minutos atrás, estava conversando com um parente, amante de pescaria, que disse: “Ontem passei por um sufoco ao entrar na boca da barra. Olhei para trás e vi que uma grande onda estava atingindo o barco, acelerei ao máximo o motor e consegui escapar, apesar de ser atingido parcialmente pelas ondas. Que alívio!”

Os discípulos de Jesus passaram por situação parecida. Eles e Jesus entraram num barco a fim de atravessar para a outra margem. Levantou-se uma grande tormenta, de modo que as ondas se arremessavam contra o barco. Apesar disso, Jesus dormia na popa, de forma tranquila. Seria o sono do teste aos discípulos! Será que ele estava tão cansado assim! Ou tinha uma mente tão perfeita, capaz de submeter todo o seu organismo em perfeita harmonia, apesar  dos turbilhões externos!

O barco estava pronto para ir a pique, os discípulos desesperados e Jesus dormindo “em águas calmas”. – “Mestre, não te importas, estamos perecendo!” Jesus foi despertado, não pela tormenta do mar, mas pelo tormento dos homens. Penso que ele olhou para aqueles semblantes caídos, olhos esbugalhados, mãos trêmulas, e pensou:  não posso dizer nada agora, estão muito assustados. Primeiro vou ordenar bonança, depois deixo o meu recado: - “Mar, acalma-te, emudece! O vento se aquietou e fez-se grande bonança”. Jesus então acrescentou: “Como é que não tendes fé?”.

Os discípulos, num misto de sufoco e alívio – aquela sensação estranha em que aparece saliva na boca e você não sabe se cospe ou engole. Falar, só depois que um novo ar voltar ao pulmão. Se entreolharam e com toda reverência disseram: Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem? Aí já dá de imaginar o que sucedeu, depois da tormenta – Paz!

F. Meirinho

prmeirinho@hotmail.com

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Suplemento

Quem na vida nunca passou por um momento difícil? Será que Jesus tem algo a ver com as nossas aflições e crises existenciais! Você não está aqui por mera casualidade. Está aqui para ser contemplado por algo especial da parte de Deus, que pode maximizar e otimizar a sua expectativa de vida.

 ·  · 

 

 

Escrito por Francisco Meirinho às 18h50
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19/02/2012


 
 

DECEPÇÃO E TRANSFORMAÇÃO

DECEPÇÃO E TRANSFORMAÇÃO

Lendo o Novo Testamento nos deparamos com os milagres efetuados por Jesus, que se desenvolviam de várias formas, resultado de uma ou mais ações e também por razões diferentes. Isso nos leva a entender que é impossível dizer quando o milagre acontece, por que acontece e para que acontece, mesmo assim, acontecer.

Dentro desta visão vamos analisar de forma bem sucinta e objetiva o primeiro milagre de Jesus em Caná: (Jo 2. 1-12)

 Maria e Jesus foram convidados para uma festa de casamento. Ou tinha muita gente e pouco vinho, ou  pouca gente que  bebeu demais. Fico mais para a primeira opção, porque para a segunda, não havia razão de colocar mais vinho à mesa.

Maria chegou à Jesus e disse: Eles não tem mais vinho! – Replicou Jesus: Que tenho eu com isso, ou contigo? A minha hora não chegou ainda. – Decepção! Se fosse eu, com essa resposta do filho, ficaria calado, mas Maria estava orientada na linha do nível superior, por isso agiu de forma diferente: Chegou para os garções e disse: Fazei tudo o que ele vos disser.

Será que ela sabia que Jesus iria dizer alguma coisa? Será que ela estava compreendendo que a “hora de Jesus”estava chegando? Precisamos mostrar a Deus a necessidade. Maria disse: Está faltando vinho. – Mesmo que a princípio tenhamos a sensação de sermos ignorados, precisamos continuar acreditando em alguma resposta. Ela disse também aos serventes: Façam o que ele disser. – Será que, depois da resposta de Jesus, ela ainda acreditava que ele falaria algo mais, sobre a necessidade de vinho na mesa? - Creio que sim.

Imagino, Maria, de olho no comportamento do filho. Tinha ali uns potes de pedra que os judeus usavam para as cerimônias de purificação, que podiam ser colocados, em média, oitenta litros de líquido. Disse Jesus:  Encham de água e levem ao encarregado da festa. - Quando foi por ele (mestre sala) provado, chamou o noivo e disse: Todos costumam oferecer o bom vinho primeiro, tu porém guardaste o bom vinho até agora.

Lendo o texto entendemos o seguinte:

Os serventes encheram de água os potes, mas não viram nenhum milagre. O mestre sala provou o vinho e não soube que o milagre foi operado por Jesus. Pensou apenas que o noivo era um tipo estranho naquela sociedade, porque ofereceu o melhor vinho no fim da festa. Quanto aos demais convidados, não sei se perceberam alguma diferença...Agora, todos depois souberam, com certeza, que tudo isto aconteceu porque Jesus estava presente. Então a ordem foi mudada:  O noivo foi elogiado por guardar segredos; o melhor vinho foi servido depois, os convidados no outro dia diziam – Eu acho que estava melhor mesmo no fim!  Só Maria que ficou mesmo  com a melhor parte: – Chegou mesmo a hora dEle! Essa é a minha melhor hora!

Um milagre não tem muita explicação, mas quando acontece em nossas vidas, essa é a melhor hora, o momento da transformação.

F. Meirinho

prmeirinho@hotmail.com

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Escrito por Francisco Meirinho às 12h58
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